L’ Entrecôte

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Eu descobri esse restaurante em BH na semana do Restaurant Week (inclusive, quero muito a próxima edição).

O prato desse restaurante foi um dos que eu mais gostei, mas, pesquisando mais sobre ele, descobri que o preço de lá é ótimo, então resolvi ir fora do festival mesmo.

O que eu mais gostei do lugar é que ele tem um prato só, então não tem como o chef errar o pedido! Se errar, pode fechar o lugar!

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Chegamos lá numa sexta-feira a noite, estava super tranquilo de conseguir mesa, sentamos no fundo e eu pedi meu prato. A escolha, meio obvia, L’ Entrecôte Clássico e uma coca sem gelo e sem limão!

Preciso explicar que eu fui lá no final do ano passado. Isso será muito importante no decorrer da minha descrição.

Enfim, o prato clássico é composto de uma Salada de Saison e depois o prato principal.

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A questão é que eu nunca tinha comido uma salada até esse dia! Foi bastante desconfortável, porque eu não sabia nem espetar uma folha com o garfo. Além de achar que folha não tem gosto de nada, eu ficava fazendo malabarismos delicados para não parecer maluca no restaurante.

Desisti, troquei de prato com o Lucas, ele comeu a minha salada, e eu fiquei com cara de satisfeita. (Solução simples, fácil e rápida para uma pessoa que é chata para comer: ter um namorado que come de tudo).

Passado o momento traumático da salada, que eu jamais vou conseguir contar se estava ou não boa porque eu simplesmente não gosto de salada, chegou o prato principal.

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Lindo! Um Entrecôte, que é um tipo de corte de carne, vermelho, lindo, com  molho secreto e batatas fritas.

Eu provei e a-d-o-r-e-i!

Comi muito feliz, aproveitamento cada linda parte daquele molho mágico!

Quando acabei de comer, perguntei pro Lucas do que era feito, ele disse que não sabia, uma vez que é secreto, mas que várias receitas falam que tem fígado de galinha.

Resultado? Eu não gosto nem de pensar nisso. Ele estragou a magia do meu jantar.

Não sei se tem ou não fígado de galinha, só sei que sou muito chata pra comer de novo.

Mas o sabor é maravilhoso! Então se você é normal e não liga pra isso, se esbalde!

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No final pedimos uma mousse de chocolate. Muito leve, nada enjoativa, porque quase não é doce. Você paga um valor fixo, quando eu fui era de R$ 12,00,  não acho que variou muito, e come o quanto de mousse você quiser (por quanto você quiser entenda uma quantidade boa de mousse no prato mas, quando você termina, ninguém vem perguntar se você quer mais, e eu não pedi para repetir também.)

Bom, para falar a verdade…

Eu gostei muito do lugar!

Achei os garçons muito simpáticos, a carne veio no ponto que eu pedi, tinha Coca, vários vinhos, preço bom… o L’ Entrecôte Clássico era R$ 39,00.

Acho que vale muito a pena!

Obs: quero muito voltar para provar o steak tartare!

Endereço:  R. Antônio Aleixo, 531/ Cj. 302/303 – Lourdes

Site: http://www.gomiderestaurants.com/lentrecote/index.php

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Osteria Gusto

Nós já estávamos planejando ir à Osteria Gusto há um tempo. Numa bela sexta-feira, toda aquela animação e pesquisa do melhor lugar para ir, entrei no Face do restaurante e descobri que ele faz parte do Viva Mesa . Perfeito!

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Chegamos lá e só tinha casal, fiquei muito impressionada com isso – Veja, já temos opção do melhor lugar para ir a 2.  Todas as mesas estavam ocupadas, exceto uma redonda, linda, mas que cabiam 8 pessoas. Eu não achei certo ocuparmos uma mesa tão grande só para nós dois, então ficamos esperando uma vagar.

Obs: o Paulo, que nos recebeu, foi muito simpático, inclusive nos deu a opção de sentar na mesa grande e de, se quiséssemos, depois trocar por uma de dois lugares. Achei isso de uma delicadeza enorme. Acho que estou tão acostumada com a falta de educação que a gentileza me impressiona. De qualquer forma, preferimos esperar, e estava uma noite gostosa, foi bom ficar um tempinho ao ar livre.

O lugar é lindo, o ambiente interno é pequeno, mas as mesas são espaçadas, então fica confortável. Tem também mesinhas na calçada, uma delicia. Mas o que me encantou mesmo foi o lustre do lugar, eu sou tipo a louca dos lustres, desde pequena eu adoro!

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No dia que nos fomos, um garçom tinha faltado, o atendimento foi demorado, mas o lugar era tão lindo, e todos foram tão simpáticos com a gente, que nem percebia a demora.

E é importante levar em conta que muitas vezes a gente escolhe ir no restaurante em um dia ruim, temos que ter paciência mesmo. Eu fui no único dia que o garçom não foi, falta de sorte, ne? Acho que se estivesse num dia com pressa teria tido uma impressão não muito boa, mas quando você sai para comer tem que levar em conta alguns problemas eventuais. Ainda bem que eu permaneci lá, dessa forma pude provar a comida maravilhosa. Claro que o bom atendimento foi essencial, o Paulo e o garçom explicaram a situação e nos atenderam, dentro do possível com uma pessoa a menos, de uma forma ótima! Isso para mim contou muito!

O que mais me chamou atenção no restaurante, alem do lustre vermelho, foi o preço do cardápio, muito justo para uma comida italiana em Lourdes.

(A foto do cardápio ficou muito ruim, desculpa!)

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Nós pedimos de entrada um Carpaccio. Ele estava gostoso, mas fiquei invejando as bruschettas das mesas ao lado. Acho que compensa mais pedi-las.

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Para o prato principal nos pedimos:

Risoto alla salsicha e Erbe – R$ 36,00

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Era um risoto de lingüiça e ervas, maravilhoso! Tinha muita lingüiça, funghi e o risoto veio al dente. Tempero ideal. Uma explosão de sabores, eu amei!

Tagliatelle Alfredo e Paillarde – R$ 45,00

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Lembra da receita do Alfredo que a gente deu semana passada? Então, comemos aqui a nossa massa preferida! A carne é a mais macia que já comi, é um bife fino, mas derretia na boca, e muito mal passado! Perfeito para mim! Já o Fetuccini eu acho que faltou um pouco de tempero, não sei, quem sabe um pouco de sal ou pimenta. acho que estou acostumada com o meu mesmo. Não acho que comprometeu o sabor não, mas podia ter ficado mais incrível.

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A casa tem Coca, Heineken, Stella, Devassa e um suco de uva que parecia muito bom (e fazia sucesso, várias pessoas pediram). Para quem gosta, eles tem uma carta de vinhos bacana também.

Para mim está perfeito, se tem Coca estou feliz. Pro Lucas também estava perfeito. Tem Heineken, ele está feliz.

Para falar a verdade…

Eu adorei o lugar, achei a comida ótima. A Gusto é do mesmo dono do Benvindo, inclusive é o mesmo Chef. Adorei o preço, achei bem justo. E uma coisa que achei legal é que eles não inventam no prato. Não tem molhos esquisitos e ingredientes que você precisa entrar no Google pra descobrir o significado. É simples e maravilhoso!

Isso sem mencionar a super simpatia e gentileza do Paulo, o gerente, que nos atendeu extremamente bem e nos deu muita atenção, mesmo com a casa cheia e um garçom a menos.

Eu fui, indico e quero voltar.

 E você, conhece a Osteria Gusto? Compartilhe com a gente as suas experiências! Bom apetite!

Não esqueça de tirar fotos e nos marcar no instagram (@parafalaraverdade)

Comida di Buteco – Parte I (Cervejaria Seu Romão, Bar do Antônio (Pé de Cana) e Armazém do Árabe)

O Comida di Buteco começou e a gente não podia ficar de fora. No último fim de semana, começamos a nossa peregrinação pelos bares de BH em busca do petisco perfeito.  E já temos nosso primeiro candidato ao título!

Começamos a árdua tarefa de comer muito no início da noite de sábado. Ajudados pela chuva em BH, demos sorte de conseguir a mesa no primeiro boteco, a Cervejaria Seu Romão, em 15 minutos, isso sem falar da vaga sensacional NA PORTA do bar.

O bar estava lotado, é claro (detalhe: deu dó do Surubim, que fica do lado do Seu Romão. Não tinha nem cachorro de rua na porta. Aposto que ano que vem ele participa do CdB!). Sentamos e já pedimos de cara o petisco Doritos, que é a entrada do CdB. Todos os bares têm que fazer um petisco que tenha Doritos, pra uma competição meio que paralela. O do Seu Romão era o Machos Borrachos.

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Fizeram um prato mexicano, com o Doritos no lugar dos nachos, feijão, queijo e um molho bem apimentado. Ficou até gostosinho, mas o comentário geral era que parecia aqueles pratos feitos em casa, num dia que a galera se reúne pra tomar cerveja e o anfitrião fala “vou arrumar alguma coisa pra gente comer”. Nada de fantástico, mas quebra o galho.

Veio então, o prato principal: “Linguiça a 7 chaves difamada na cachaça”, que é Linguiça de Carne de Sol Suína, bolinho de mandioca recheado e costelinha, acompanhados de molhos.Imagem

O bolinho de mandioca e a lingüiça estavam muito bons, mas, surpreendentemente, o melhor do prato era a costelinha e o molho dela (não me pergunte a lógica, já que os ingredientes do festival são a mandioca e a linguiça). A quantidade era bem inferior à da foto da divulgação (óbvio!), mas, no geral, o prato estava bem gostoso. Recomendado!

Todo mundo feliz e satisfeito, partimos para o próximo boteco. Procuramos meio que na sorte o bar mais próximo e o eleito foi o Bar do Antonio (Pé de Cana). Pra quem não conhece, o Pé de Cana é um dos bares mais tradicionais de BH e sempre fica lotado, mesmo sem o CdB. Claro que, nesse dia, não seria diferente.

O mais divertido desse bar foi o diálogo com o garçom na hora de colocar o nome na lista:

– Tá demorando muito pra chamar?

– Não, só um pouquinho…

– Menos de uma hora??? (ALEGRIA ESTAMPADA NO ROSTO)

– Não.

A vantagem era que o serviço estava liberado na porta do bar, então o pessoal já ia começando os trabalhos ali fora mesmo. Como a ideia era ir em mais um bar, preferimos já começar pedindo. Arrumamos uma cadeira para usar de mesa, incorporamos o espírito praiano (Guarapari, pra especificar melhor) e comemos em pé mesmo. Fica, então, a dica: se você for para o Comida di Buteco, leve a paciência com você. E, talvez, duas cadeirinhas de praia e uma mesa dobrável, o que teria sido bem útil pra gente.

Vamos ao que interessa: comida! O Petisco Doritos era o Boi Ralado, nada mais que maminha ralada com Doritos.Imagem

Fraco! A carne moída lá de casa é mais gostosa, além de não combinar absolutamente nada com Doritos, né. Faltou noção!

Ok, nada que abale o ânimo de bons comensais (gastei!), então pedimos o prato principal: Riquezas de Minas – Bolinho de mandioca recheado com ragú de linguiça, coxinha da asa picante.Imagem

Ninguém sabia o que era o tal do ragu… e continuamos sem saber. Mas nada que o Google não resolva também. O prato estava muito gostoso, o bolinho de mandioca e a linguiça muito bons e a asinha sensacional (de novo o melhor do prato não é a linguiça nem a mandioca). Só tinha um grave problema: o prato veio frio!

Para mim já era o bastante pra eliminar eternamente o bar do festival. Até porque, de acordo com os “especialistas” em gerência de alimentos, estoque e coordenação de cozinha que estavam presentes na nossa mesa, a coisa mais fácil que existe é servir um prato quente. (Nota importante: Esse é o bonito do Comida di Buteco: gente que não sabe fritar ovo vira especialista em cozinha). Vacilo feio!

Como a vida segue e nós tínhamos um roteiro (aleatório) a seguir, tocamos para o próximo bar: Armazém do Árabe, na Serra. E eis que surge o campeão da noite!

Depois de quatro pratos, o petisco Doritos já não parecia uma boa ideia. Essa ideia se afastou mais ainda quando vimos que era um caldo de barôa (!!!!) com Doritos. E eu achando que carne moída não combinava com Doritos.

Fomos direto pro prato principal, o Dibabá: Bolinho de carne recheado com linguiça e kibe de mandioca, acompanhados de salada espanhola de cebola com azeitona. E por favor, parem tudo porque vamos entregar o troféu!

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A almôndega com linguiça estava muito boa, mas o kibe RECHEADO de mandioca (sim, eu disse recheado) era simplesmente fantástico. Que ideia genial! Eu já estava criticando, procurando a mandioca no prato, falando que estava errado quando me surpreendi com essa maravilha! Definitivamente, o melhor da noite. Ah, a saladinha espanhola também era gostosa, mas vinha tão pouco que nem deu pra perceber que era uma salada. Ok, o kibe compensou tudo.

No fim das contas, o saldo foi positivo: cinco pratos, experiências únicas (do tipo Guarapari em Minas) e um gasto até bem justo, já que estávamos em quatro pessoas e cada um gastou, no total, em torno de 50 reais, incluindo as bebidas. Pra comer desse tanto, vale bem a pena, né?

Agora é passar a semana à base de salada e esperar, ansiosamente, pelo próximo fim de semana para continuarmos à procura do petisco campeão. E viva o sal de frutas!

Obs: Queremos agradecer a presença de três jurados especiais que fizeram esse post mais rico, ajudaram na escolha do melhor da noite e fizeram dessa saída mais divertida.

Lud, Victor e Babs, O Para Falar a Verdade adorou a presença de vocês!

O xodó do momento: Dow Jones

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Esse bar tem uma ideia muito legal, que é brincar de bolsa de valores, só que ao contrário.

Explico: Existem várias televisões espalhadas pelo estabelecimento, e alguns produtos são selecionados para participarem da brincadeira – no dia que eu fui era Caipi Vodka, Chopp, Long Neck, Dose de Red Label e Tequila.O valor desses produtos oscila de acordo com a compra e venda mas, diferentemente da ideia pensada para vender ações, no bar, quanto mais se vende um produto, mais barato ele fica.

Ideia ótima, certo? Não, excelente!

Ao chegarmos no bar, o preço da Caipi Vodka deSmirnoff era de R$ 14,00, e o Chopp custava R$ 3,75.

Eu pedi um refri mesmo, e o Lucas pediu um Chopp. Eu não gosto muito de beber por um motivo simplérrimo: eu detesto gosto de álcool e prefiro muito mais a minha Coca-Cola.

O que acontece nesse bar é que, com o passar do tempo, os preços vão mudando. O Chopp chegou a custar quase R$ 6,00 e a Caipi foi para R$ 7,00!!!!! Resultado? Eu, que nunca pedi uma Caipi na vida, tive que pedir uma. O preço baixo é viciante e, não adianta, mulher não consegue ver promoção na frente.

Em relação ao lugar, achei a ideia bem promissora, e penso que tem muiiito potencial de dar certo. É um bar divertido! Porém, nem tudo nessa vida é risada e dinheiro jogado ao léu. Acho que ele precisam se estruturar melhor, bem melhor.

Ok, eu fui na primeira semana de funcionamento, tem que dar um desconto, né?

O problema foi que tudo que foi pedido demorou demaaaais para chegar na mesa, e chega uma hora que esperar cansa e vai virando estressezinho. Alem do mais acho que eles não calculam muito bem as coisas, acabou pão, acabou o palito, acabou a Heineken….

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Em relação a comida:

Quase tudo estava bem gostoso, tirando as iscas de frango com queijo. Lá tem um preço bem decente, acho que o $ e o tamanho da porção são bem proporcionais e justos

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A isca de frango com queijo veio uma porção boa para duas pessoas, com muçarela por cima. Não tinha nada demais, tão sem graça quanto o nome.

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O filé com roquefort é beeem gostoso e vem muiiiito molho, mas é tão pouco pão que vira um desperdício sem fim

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As fritas são normais, crocantes, quentinhas, vem uma porção razoável e o preço é amigo. R$ 12,00

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A mandioca com carne de sol vem uma porção de tamanho bom, e bem gostosa! De todos os aperitivos foi o que eu achei mais completo.

O atendimento é bom, mas acho que tem poucos garçons pra muita gente, e aí vira um caos louco, no qual até o garçom se desespera….

Bom, pra falar a verdade….

Não vou dizer que foi ruim,também não foi tão bom assim. Como disse, acho que é uma ideia promissora, mas falta, muitos ajustes.

Pretendo voltar, mas só quando estiver melhor organizado.

Atendimento: 3/5 (O Garçom é legal, mas tudo demora muito)

Comida: 3/5 ( É até gostosa, mas não tem nada especial)

Preço: 4/5 (Preço justo)

Obs: Lá tem cartela individual!!!!

Site: https://www.facebook.com/dowjonesbarbh

Endereço: avenida Francisco Sá, 590 – Prado