Mon Caviste – Bàr à Vin

O post de hoje é sobre um lugar maravilhoso, que eu sinto vergonha – real, não é exagero – de não ter falado antes.

A Mon Caviste começou como uma importadora de vinhos.

Abriu uma loja, depois outra, depois outra. (Inclusive é um excelente presente para os amantes desse líquido maravilhoso, preço bom e tem nos melhores shoppings).

Resolveram então abrir um restaurante ali em Lourdes, onde eles também, obviamente, vendem vinhos.

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O lugar é lindo!

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Na porta tem tipo uma varandinha, fofa.

Entramos dentro da casa e lá e é super aconchegante, lindo. Mas foi chegar no jardim que esse frágil coração acelerou o batimento e fez turu turu turu turu turu turu tu.

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Aí, meu Deus, poderia ser a minha casa! Inclusive, quem sabe, eu leve meu travesseiro e colchão pra lá hoje e me mude.

Tem luzinhas, tem banquinho de pallets, tem almofadinhas fofas, tem mais luzinhas (sério, amo isso). As músicas são deliciosas (e enquanto estava lá tocou La Vie en Rose – apenas a minha música preferida) e o ambiente te faz querer casar ali mesmo – estou romântica-, na hora (na verdade eu tenho esquematizado na minha cabeça onde colocaria a banda, o buffet, o bar).

Quando o ambiente é gostoso seu coração já se sente feliz.

Enquanto meus olhinhos eram dois corações, chega um garçom usando listrado – sério, acho que eles estavam puxando meu saco, porque eu amo listrado, pessoal! Se eu pudesse só tinha brusinha branca listradinha de preto no guarda roupa. Super simpático, ele nos entregou o cardápio e aí, meu amigo, começou a parte difícil.

Eu queria quase tudo.

Começamos com uma tábua de queijos e frios e achei o preço muito bom (R$ 35,00 para duas pessoas).

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Mas foi na escolha do prato principal que começou meu dilema. Eu queria sopa de cebola (veja bem, eu amo luzinha, listrado, coca, batata, uma carne mal passada e cebola).

A sopa é uma entrada – R$ 27,00 -, mas  como eu já tinha comido a tábua de frios e pretendia me aventurar para sobremesa, comer apenas uma entrada não seria um problema. A questão toda é que eu fui lá no meio de janeiro, um calor do cão. Confesso que fiquei com medo de um daqueles mocinhos de listrado chamar um médico para mim no caso de eu insistir nessa ideia.

Pedi então o tartiflette, um prato com batata, bacon e um molho de queijo. Estava divino, e, para minha surpresa, embora seja um restaurante francês, o prato era super farto.

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O Caviste não gosta de pouca coisa não, lá o negócio é bem servido mesmo.

Já o Lucas pediu o Steak Tartare e ele também gostou bastante.

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Infelizmente esse casal que vos fala não é muito fã de vinho (desculpa), então não vou poder opinar na parte que é a mais importante deles, mas eu tenho fontes confiáveis que amam e super indicam (e o preço é bom, tá?)

De bebidas, Coca, sem gelo e sem limão, obrigada, e X Wals e Session Citra (eu não gosto de cerveja/chopp, mas a Wals tem um espacinho no meu coração e a Session Citra eu adoro).

Ah, inclusive, lá tem opções ótimas de cerveja com preço justo.

Como eu sou uma pessoa sincera, fica a minha preciosa dica, porque o post de hoje não tem absolutamente nenhum defeito.

Eu amei o restaurante, amei o atendimento, amei a comida, amei o preço, amei a roupa dos garçons (inclusive, se quiserem me presentear com uma blusa, to aceitando), amei a música, amei o ambiente e as luzinhas.

E não, não estou recebendo pra falar deles!

É que sincera que sou, quando gosto, amo!

Minha lista de preferidos foi atualizada com sucesso, e agora a Mon Caviste está entre o Duke e a Pão de Queijaria (que responsa).

Onde: R. Curitiba, 2244 (Mon Caviste Bar a Vin)

Se quiser só comprar os vinhos e espumantes eles têm loja no Pátio Savassi, Diamond Mall, BH Shopping e a da Rua Curitiba.

Site: https://www.facebook.com/moncaviste.br/

 

The World

E de repente eu estava dentro de um navio maravilhoso escolhendo em qual quarto eu iria morar. Cada um tinha uma decoração diferente, mas todos seguiam o mesmo tema, era clássico, com muita madeira, mas sem ser pesado. Sabe aquele estilo antigo, imponente?

Fiquei pensando qual show eu assistiria em cada noite, qual seria o cardápio das refeições. Não conseguia nem imaginar a alegria que seria tomar um café da manhã de hotel todos os dias da minha vida.

Ao olhar para fora naquele momento só conseguia ver o mar, mas cada dia iria acordar com uma paisagem diferente.

Me senti muito feliz e pronta para realizar o maior sonho da minha vida, conhecer o mundo inteiro.

E tão repentino como tudo começou, veio um barulho extremamente irritante. Eu olhava para os lados e não conseguia decifrar de onde vinha, até que abri meu olho e percebi que estava sonhando, e o barulho, claro, era o despertador.

A realidade é triste as vezes, e quando tenho um sonho delicioso sempre acordo detestando sonhar. Parece que me deixa mais distante do meu real objetivo.

Enfim, parecia sonho, mas depois de dedicar um tempo  pesquisando descobri que esse meu objeto de desejo existe e chama “The World”. (Não me parecia crível que essa ideia fabulosa só existia na minha cabeça).

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The World é nada mais que um navio residência. Ele conta com vários apartamentos de tamanhos variados.

Existem desde apartamento com um, dois ou três quartos à um studio que comportam 12 pessoas.

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Os apartamentos têm valores variados, e além disso é cobrados também uma taxa de condomínio.

Fora o valor que você tem que desembolsar para a compra e manutenção do seu apartamento, existem atividades que cobram valores a parte, como, por exemplo, as excursões. (Viver um sonho só é de graça quando você está dormindo, na vida real ele é bem caro).

O navio tem uma proposta muito interessante, a cada 2, 3 anos ele dá a volta ao mundo. E depois disso ele começa a repetir o trajeto (o que, convenhamos, não me parece muito ruim, não é mesmo? Pensar: “a que chato! Itália novamente…” não me parece uma frase que passaria pela minha mente).

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Os moradores da residência podem ficar nela continuamente ou ficar durante um período. Todos os residentes tem direito a entrar e sair do navio quando quiserem.

Em meio às pesquisas descobri que cruzeiro fica entre 2 a 5 dias em cada porto, de forma que de tempo de você conhecer mais a parte terrestre de cada país (pirei nessa parte, afinal, eu só acho que só é possível conhecer um lugar se eu conseguir jantar nele).

Além disso, podem, também, convidar hospedes para ficar em seus aposentos (chique, não?)

A noticia ruim é que todos os apartamentos já foram vendidos. Mas como esperança é a ultima que morre eu vou abrir uma poupança intitulada “Sonho de Vida” e vou começar a alimentá-la para quando for possível comprar o meu apê.

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Ficou interessado? O site desse sonho acordado está aqui embaixo.

Site: http://aboardtheworld.com/residences/

Saint Patrick’s Day Haus München

Quem é de Belo Horizonte com certeza já comemorou o Saint Patrick’s Day. A festa irlandesa, originalmente celebrada no dia 17 de março, virou tradição em BH e, a cada ano, mais opções pra aproveitar o dia surgem na cidade.
Esse ano, o alemão Haus, um dos restaurantes mais tradicionais de BH, vem com uma programação toda especial pra comemorar a data.
Do dia 17 ao dia 20 de março, a casa vai estar toda enfeitada de verde e com um cardápio especial. Vai ter croquete de carne recheado com queijo, joelho de porco, barriga de porco e o coelho sensacional da casa com molho de vinho, entre outras delícias.
Pra dar uma “mineirada” na festa, a cerveja indicada é a Vila Rica, da Falke Bier, uma Dry Stout (mesmo estilo da Guinness) leve, com uma espuma espessa que dá sede só de colocar no copo.
E a festa ainda fica melhor: todos os clientes ganham um chope verde (do jeito que o Patrício gosta) e participam de promoções surpresas ao longo de todos os dias da festa.
O Para Falar a Verdade já confirmou presença na festa e vai trazer toooodos os detalhes pra vocês aqui no blog e no Instagram (@parafalaraverdade).
A gente se encontra lá! Cheers, mate!

San Patricks Day – Haus München Cervejaria e Restaurante
17 a 20 de março
Rua Juiz de Fora, 1.257 – bairro Santo Agostinho, Belo Horizonte, MG.
(31) 3291.6900
Horário de funcionamento:
Terça à Quinta: 18h a 1h
Sexta e Sábado: 12h a 1h
Domingo: 12h às 17h

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